Portalegre JazzFest 2008

O 6º Festival Internacional de Jazz de Portalegre, o Portalegre JazzFest 2008 decorre no Centro de Artes e Espectáculos da capital de distrito alentejana entre 21 e 23 de Fevereiro.

O evento abre com o projecto Da Alma de Júlio Resende, poucos meses depois do lançamento do CD com o mesmo nome. Pianista com formação clássica mas um gosto pela improvisação que o afastou da interpretação de compositores “eruditos”, Resende toca um jazz “mainstream” alicerçado na linguagem bop mas com uma grande frescura de ideias, tendo o apoio de Zé Pedro Coelho no saxofone tenor, João Custódio no contrabaixo e João Rijo na bateria.

A 22 toca o Joachim Kuhn Trio, com dois grandes do jazz praticado em França, Jean-Paul Celea (contrabaixo) e Daniel Humair (bateria). Considerado um dos mais importantes pianistas de jazz da actualidade, o alemão Kuhn tocou com algumas das mais importantes figuras do género, como Don Cherry, Joe Henderson e Ornette Coleman, entre outros, e é imediatamente reconhecível pelas suas cascatas de notas em filigrana. E não se surpreendam se, em determinada altura do concerto, largar o piano e tocar saxofone alto, instrumento a que presta cada vez mais atenção.

A noite seguinte estará a cargo da cantora Melissa Walker, uma das mais interessantes vozes da nova vaga de “singer-songwriters” do jazz, merecedora da atenção de músicos da craveira de Buster Williams, Kenny Barron, Hank Jones, Gary Bartz e Christian McBride, que já partilharam os palcos consigo. O seu grupo nesta visita a Portugal é constituído por Vana Gierig (piano), Sean Conly (contrabaixo) e Clarence Penn (bateria).

Nos dois últimos dias do festival, as “after hours” serão entregues ao Scott Fields Freetet, trio em que o guitarrista norte-americano se apresenta com o contrabaixista alemão Achim Tang e o jovem baterista português João Lobo, uma das maiores promessas do nosso jazz. Fields aplica técnicas e características formais da música contemporânea e da “new music” à improvisação jazzística, o que resulta em propostas abertas próximas do free jazz, mas com um grau de complexidade e rigor mais acentuado.

Programação:

dia 21 de Fevereiro – Júlio Resende “Da Alma”
Grande Auditório| Início 21:30h | Entrada 10€

Júlio Resende nasceu em Faro e começou a tocar piano aos quatro anos de idade. Mais tarde, inicia os seus estudos no Conservatório Maria Campina, com a professora de piano Oxanna Anikeeva e o professor de formação musical, Paulo Cunha. […] Iiciou os seus estudos de jazz em 2000 com o contrabaixista e pedagogo Zé Eduardo. Posteriormente, fez parte do Ensemble do Hot Clube que tem o intuito de representar a Escola do Hot Clube em eventos culturais. Pelo Hot Clube também ganhou o prémio para “Melhor Combo” no âmbito do concurso inter-escolas realizado na Festa do Jazz do Teatro S.Luís em 2005. […] Entre os músicos com quem já tocou conta-se Pedro Moreira, Bernardo Moreira, Alexandre Frazão, Nuno Ferreira, Matt Lester, Hugo Alves, Bruno Pedroso, Maria Viana, entre outros. Recentemente formou o Júlio Resende 4teto, com o intuito de trabalhar composições originais suas, e com o qual tem actuado em Auditórios e clubes de Jazz por todo o país. O primeiro disco do seu quarteto, Da Alma, saíu no final de 2007 através da editora Clean Feed.

Ficha Técnica:
Piano – Júlio Resende
Saxofone tenor – Zé Pedro Coelho
Contrabaixo – João Custódio
Bateria – João Rijo

Site Oficial
MySpace

dia 22 de Fevereiro – Joachim Kuhn Trio
Grande Auditório | Início 21:30h | Entrada 10€

Nascido em Leipzig (ex- R.D.A.) em 1944, o pianista Joachim Kühn já deixou a sua marca no jazz contemporâneo, demonstrando sensibilidade e técnica virtuosa, aliadas a uma imaginação e a um infalível sentido de dinâmica. Tanto na interacção com os seus parceiros musicais de longa data (entre os quais se encontram Daniel Humair e Jean Paul Celea), ou nas suas actuações a solo, Kuhn consegue sempre fazer dos seus espectáculos uma experiência única.

Nascido em 1938 na Suiça, Humair é actualmente o Deão dos bateristas de jazz europeus, tendo já recebido do Estado Francês as suas mais altas condecorações culturais, assim como os prémios mais importantes da crítica. Já tocou nos festivais de jazz mais conceituados (Newport, Monterey, Nova Iorque, Milão, Barcelona, Antibes, Nice, Montreux, Paris, Berlim, Chicago) e gravou com nomes tão importantes (muitos deles já presenças em Portalegre no Festival de Jazz) como Chet Baker, Don Byas, Eric Dolphy, Jean-Luc Ponty, Stephane Grappelli, Dexter Gordon, Henri Texier, Michel Portal, Enrico Rava, Louis Sclavis, um currículo invejável para uma carreira que já conta com mais de 200 discos.

Nascido na Argélia em 1951, Celea é um músico com estudos clássico-contemporâneos, de violão e contrabaixo, feitos em diversos conservatórios franceses, tendo posteriormente tocado como solista em várias Orquestras Filármónicas, sob as ordens dos maestros Pierre Boulez, Luciano Berio, Karlheinz Stockhausen, entre outros. Começou a dedicar a sua atenção ao jazz nos anos 70, tocando em várias formações e países com artistas de nomeada como Michel Portal, Steve Lacy, John Surman, John McLaughlin, etc. Começou a partir dos anos 90 a dar aulas nos conservatórios de Lyon e Paris, compondo também peças musicais pata Teatro e Dança. Em 2003, Celea recebeu a Medalha de Cavaleiro das Artes e Letras, a mais alta condecoração cultural em França.

De referir, que embora estes três artistas e cúmplices musicais já por várias vezes tenham tocado juntos, esta actuação em trio será uma estreia absoluta no nosso país.

Ficha Técnica:
Piano – Joachim Kühn
Bateria – Daniel Humair
Contrabaixo – Jean Paul Celea

Site Oficial (Joachim Kühn)
Site Oficial (Daniel Humair)
Label Bleu (Jean-Paul Celea)j

dia 23 de Fevereiro – One Night with Melissa Walker and Friends…
Grande Auditório | Início 21:30h | Entrada 10€

“Penso nas canções como histórias. Elas representam e descrevem as nossas crenças universais sobre o significado do amor, alegria, saudade, perda, remorsos, os caminhos percorridos e não percorridos. As canções capturam a essência dos nossos espíritos e ajudam a definir a nossa vida espiritual; são celebrações do que conseguimos e de quem somos. São as minhas oferendas aos espectadores, que idolatram a Arte da Canção…” (Melissa Walker)

Com a sua rica e variada textura vocal, o seu fraseado irrepreensível, Melissa Walker conseguiu num curto espaço de tempo a aprovação dos seus pares e a aclamação critica internacional, além da reputação de fascinar os espectadores nas suas actuações ao vivo, com um misto de aura cativante e interpretação despojada. Walker já esgotou espectáculos no mundo inteiro, tendo actuado no Brasil, Japão, nos principais países europeus, com presenças nos prestigiado Festivais de Montreux e de Nice, além de diversas digressões pelos Estados Unidos, país para onde se mudou ainda jovem, vinda do Canadá, onde nasceu em 1964 de pais americanos. Ao longo da sua carreira, Melissa Walker tem trabalhado com nomes sonantes do jazz, como Aaron Goldberg, Wynton Marsalis, Kenny Barron, Hank Jones, Phil Woods, Buster Williams, Sadao Watanabe, Gary Bartz e Christian McBride, com quem se casou em 2005, e ainda jovens génios como Stefon Harris, Russell Malone e Makoto Ozone.

No início da sua auspiciosa careira teve ainda a possibilidade e a honra de actuar com lendas seminais do jazz e da canção contemporânea, como os já falecidos Ray Brown e Ray Charles.

“As melhores interpretações de Melissa Walker não são apenas hipnotizantes, são maiores que a vida… conseguir que o resto do mundo se desvaneça é fácil, enquanto somos enfeitiçados pela sua voz…” (The Washington Post)

Ficha Técnica:
Voz – Melissa Walker
Piano – Vana Gierig
Baixo – Sean Conly
Bateria – Clarence Penn

Site Oficial

dia 22 e 23 de Fevereiro – Scott Fields Freetet
Café Concerto | Início 23:30h | Entrada 5€

O trio de Scott Field, intitulado por este de Freetet (traduzível por “Trio Livre”, no sentido de improvisação livre), foi inspirado pelos grupos clássicos de free jazz dos anos 60, mas com algumas inovações. Como os trios e quartetos de Ornette Coleman, mas com a inclusão de instrumentos de cordas, o Freetet trabalha dentro de uma sequência de solos e interlúdios, com um compêndio de assinaturas temporais que estão sempre em profundo movimento, acrescentando e “perdendo” batidas fractais, de forma a dar à música um carácter improvisacional e inesperado, ao mesmo tempo mantendo o espírito e o estilo de algo sonoramente jazzístico. O resultado deste esforço dividido em três partes é um de free jazz com receita excêntrica, propulsiva e cativante.

A primeira gravação do grupo Bitter Love Songs surgirá em 2008 através da editora portuguesa Clean Feed Records. Seguir-se-á outro lançamento em 2008, Songs for the Chicago Radio Program ‘This American Life‘, com edição da Neos Records.

Ficha Técnica:
Guitarra Eléctrica – Scott Fields
Contrabaixo – Achim Tang
Bateria – João Lobo

MySpace

Cartaz:

Programação (Documento):

14 Responses to “Portalegre JazzFest 2008”


  1. 1 jazzlunatic 31 Janeiro 2008 às 16:24

    Scott Fields !?!?!?
    Têm consciência do que toca este senhor ? É que não é jazz, e este Festival é de Jazz, certo ?
    Este é mais um equívoco lamentável…Se calhar foi alguém que o andou a impingir por aí…E depois colou, o que ainda é mais espectacular. Só espero é que não tenha havido muito subsídio, senão corremos o risco de alguém ter sido enganado…

  2. 2 Pedro Pregueiro 31 Janeiro 2008 às 16:33

    Meu caro,

    Não sei se reparou, mas o concerto de Scott Fields está inserido no programa do Portalegre JazzFest, talvez ele vá apresentar um trabalho seu que esteja, mais que não seja ligeiramente ligado ao Jazz.

    Quanto ao material aqui disponibilizado, foi retirado, tal como disse daquele documento que me foi enviado pelos produtores do Festival. Logo o equívoco será deles (caso haja algum).

    Cumprimentos,
    Pedro Pregueiro

  3. 3 jazzlunatic 31 Janeiro 2008 às 17:03

    Se você ouviu, como eu, o mais recente disco do Scott Fields sabe perfeitamente que não se pode chamar àquilo «Jazz». É só isto que eu critico. Num Festival de «Nova Música Improvisada» ou Música Contemporânea não escandalizava ninguém. Aqui, acho que poderá escandalizar.

  4. 4 Pedro Pregueiro 31 Janeiro 2008 às 17:42

    Tudo bem, mas e daí. Eu admito que nunca ouvi Scott Fields, mas por algum motivo os encarregados do Festival o trazem cá. Isso talvez seja uma boa dúvida para lhes colocar a eles, visto que eu apenas transcrevi aquilo que me foi entregue.

    Cumprimentos,
    Pedro Pregueiro

  5. 5 jazzlunatic 31 Janeiro 2008 às 20:06

    Entenda que eu não quero «matar o mensageiro». Quero apenas saber a causa de algumas coisas que se passam na programação de Jazz em Portugal e uma certa tendência para vender «gato por lebre», como está a acontecer há muitos anos com o «Jazz em Agosto», que neste momento nada tem de Jazz…Este seu blog é um importante ponto de divulgação e por isso o felicito.

  6. 6 Pedro Pregueiro 01 Fevereiro 2008 às 15:20

    Compreendo perfeitamente o que quer dizer, mas não nos pudemos esquecer que no ano passado, o Jazz em Agosto trouxe a Portugal o Ornette Coleman Quintet. É um grande feito para qualquer festival ter o gigante Ornette Coleman no cartaz.

    Também há a velha questão: “O que é o Jazz?”. Podemos não estar a falar do Jazz mainstream, mas não acha que se pode considerar na mesma Jazz?

    Já agora, obrigado pelo elogio ao blog.

    Cumprimentos,
    Pedro Pregueiro

  7. 7 jazzlunatic 02 Fevereiro 2008 às 22:19

    Bem, estou a ver que temos matéria para debate. Está disposto a isso ? Acho que sim…
    Tem toda a razão. Ornette é claramente Jazz. Acho que esse concerto foi talvez o mais «jazz» do Festival (que teve muitos equívocos) e também um dos melhores do ano 2007. Mas quer saber a melhor ? A malta da música improvisada achou o concerto «fraco». Porquê ? Porque Ornette tem sempre uma coisa fundamental no Jazz: blues. E isso colou o concerto à tradição do Jazz, sem ser «mainstream». Além disso, o conteúdo emocional da sua música é sempre muito elevado, e Jazz sem emoção não é nada. Apesar de díficil audição, a sua música nunca é demasiado abstracta ou árida. A improvisação livre (não digo «free jazz» porque é um termo datado e não espelha o que se toca nos nossos dias) é quase sempre assim.
    Quanto à velha questão «o que é Jazz?», acho que ela nunca foi tão actual. Como amador de Jazz, é o que sempre pergunto quando estou perante um disco dito de jazz, mas que não conheço ou num concerto no qual desconheço os músicos. Sou um bocado radical não minhas audições no sentido de procurar sempre um conteúdo intenso e sempre próximo do Jazz. Mas mantenho a minha «janela de audição» aberta. No entanto, questiono-me constantemente se o que ouvi tem a ver ou não com o Jazz. Esta atitude ou exercício é demasiado radical, talvez. Há várias razões. Uma, é que esta área da música é demasiado vasta e rica para se perder tempo com coisas que nada trazem para o Jazz. Depois, sou «radical» porque tenho grande paixão por esta grande música que é o Jazz. Talvez neste caso o coração pese mais que a razão…Mas, quem sabe, talvez neste ponto você esteja de acordo comigo…
    Cumprimentos

  8. 8 Pedro Pregueiro 03 Fevereiro 2008 às 23:08

    Boa noite,

    Desde já as minhas desculpas pela demora a responder.

    Claro que estou disposto a debater consigo. Sou-lhe honesto, não assisto a muitos concerto de Jazz, explico-lhe o porquê. Vivo numa zona do país que infelizmente não mo permite. Assisto ao que posso e ouço o mais que posso. Não assisti ao concerto de Ornette Coleman, mas acredito no que diz. Daquilo que ouvi de Coleman realmente as emoções parecem estar intrinsecamente ligadas à sua música.

    Aquela parte em que diz: “A malta da música improvisada achou o concerto «fraco». Porquê? Porque Ornette tem sempre uma coisa fundamental no Jazz: blues.”. Acho esta parte um pouco incoerente, não da sua parte, mas da parte deles (“a malta da música improvisada” ) pois antigamente, no Blues, a improvisação estava bastante presente.

    Gostaria de saber o que quer dizer com: “… é que esta área da música é demasiado vasta e rica para se perder tempo com coisas que nada trazem para o Jazz.”. Não sei se puderei concordar consigo neste ponto em concreto.

    Quanto ao amor ao Jazz, sim, realmente concordo consigo. Apesar de gostar de ouvir coisas novas, estilos diferentes e novos, mas ligados ao Jazz, de vez em quando um bom CD antigo de Jazz (Miles ou Coltrane) faz bem.

    Cumprimentos,
    Pedro Pregueiro

  9. 9 jazzlunatic 04 Fevereiro 2008 às 22:20

    Compreendo perfeitamente as suas dificuldades. Suponho que esteja mesmo em Portalegre ou noutra cidade perto. A interioridade não contempla concertos de Jazz regulares, por isso, vai sempre difícil para si «ouver» Jazz, como diria o José Duarte. No entanto, se tem Banda Larga de alguma qualidade, já pode mitigar a situação. Eu ouço uma rádio americana, de Los Angeles (Long Beach) que é uma autêntica lição: com a playlist e os comentários aprende-se muito. Aqui está o link:
    Quanto à minha frase “…esta área da música é demasiado vasta e rica para se perder tempo com coisas que nada trazem para o Jazz.”, ela quer dizer que, tendo em conta que tenho cerca de 4.100 CD’s de Jazz, claro que não vou perder tempo nenhum com o do Scott Fields (por ex:), que nada tem a ver com o Jazz. É certo que alguns dos meus CD’s só foram ouvidos uma ou duas vezes, mas outros já foram ouvidos até se estragarem ou 20, 30 vezes. Depende. Agora, acho que não vale a pena perder tempo com coisas sem interesse (é o caso do Scott Fields), quando há tantas maravilhas (mesmo antigas), para descobrir. Não sou daqueles que pensam que o Jazz tem sempre que estar à procura de «algo de novo» ou «diferente». Essa é uma pressão insustentável para os próprios músicos que lutam diariamente pelo que gostam e tentam não passar para uma situação de semi-profissionalismo, o que acaba por ser inevitável para muitos. Acho que Jazz experimental tem que existir sempre, mas sobretudo para dar sentido ao que se toca para o público e em concertos. Não é por isso que o Jazz vai ou não avançar. Ter à partida consciência que se está a participar na História do Jazz é demasiado pretensioso e até intelectualmente desonesto. Tocar sempre como «se o mundo acabasse amanhã» e ser ele próprio, com transmissão das suas emoções, acho que são elementos fundamentais para ser um bom músico de Jazz. Mas esta é a minha opinião, claro…
    Disponha sempre.
    Cumprimentos.

  10. 10 jazzlunatic 04 Fevereiro 2008 às 22:25

    Vejo agora que me esqueci do link da rádio…Aqui está: KJazz – http://www.jazzandblues.org/.
    Cumprimentos.

  11. 11 Pedro Pregueiro 04 Fevereiro 2008 às 22:36

    Boa noite,

    Engraçado que lhe ia dizer isso mesmo, mas também já a tinha encontrado. Muito Obrigado, já estou a ouvir e parece ser uma excelente dica.

    Eu concordo consigo, mas tem que ver o reverso da moeda: “Gostos são gostos” e se para si, assim como para mim, Scott Fields não é um músico de eleição, para outro público poderá ser. E quem sabe para se para esse público não será um desses CDs ouvidos 20, 30 vezes. Acho que o Jazz é tão diverso que existe sempre espaço para inovar e ser criativo, o que também não quer dizer que isso seja sempre bom e que esse seja o caminho a seguir.

    Cumprimentos,
    Pedro Pregueiro

  12. 12 Pedro Pregueiro 04 Fevereiro 2008 às 22:47

    Boa noite,

    Acabei por não lhe explicar ao certo o meu ponto de vista. O que eu quero dizer com tudo isto é que apesar de não ser grande fã de Scott Fields, talvez outros o sejam, e esse festival foi uma oportunidade de o verem. Os festivais também têm que possuir essa capacidade de agradar a gregos e a troianos. Trazer um músico como Fields ao festival serve também para o festival ter a noção do tipo de música (ligado ao Jazz claro) que o público mais gosta. Talvez daí a presença dele no cartaz.

    Cumprimentos,
    Pedro Pregueiro

  13. 13 Pedro Pregueiro 04 Fevereiro 2008 às 22:48

    “… e esse festival SERÁ uma oportunidade de o verem.”


  1. 1 Começa hoje o Portalegre Jazz Fest 2008 « All That Jazz Trackback em 21 Fevereiro 2008 às 02:30

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Para mais informações sobre os Clubes de Jazz acima mencionados, confiram o post sobre Clubes de Jazz em Portugal

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