“Jazz sem barreiras”

Seis elementos da Orquestra de Jazz de Matosinhos (OJM) iniciam sexta-feira, no Estabelecimento Prisional de Santa Cruz do Bispo (feminino), em Matosinhos, um ciclo de apresentações, anunciou hoje fonte da autarquia. A iniciativa, promovida pelo Pelouro da Juventude da Câmara de Matosinhos está incluída na segunda edição do projecto Jazz sem Barreiras. Este projecto pretende “proporcionar um igual acesso de oportunidades, transpondo as barreiras socialmente estabelecidas, constituindo-se como um instrumento de inclusão ajustável a todos, independentemente das suas condições físicas, sociais e étnicas”. As actuações dos seis elementos da OJM irão proporcionar aos participantes “uma viagem” pela história do jazz, familiarizando-se ainda com a temática de cada instrumento representa no desenvolvimento deste género musical.

Após a apresentação de quinta-feira, a iniciativa prossegue dia 22, na Associação Lavrense de Apoio ao Diminuído Intelectual (ALADI), às 10:30, e de novo no Estabelecimento Prisional de Santa Cruz do Bispo, às 14:30. As duas sessões seguintes do Jazz sem Barreiras têm lugar dia 30 na Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental (APPACDM), às 10:00, e no Estabelecimento Prisional de Custóias (masculino), às 14:30.

Criada em 1999 com o apoio da Câmara Municipal de Matosinhos, a OJM tem vindo a afirmar-se como uma das formações mais dinâmicas do jazz português, sendo a única no país com formação estabelecida e actuações regulares. Sob a direcção dos pianistas Carlos Azevedo e Pedro Guedes e constituída por alguns dos melhores músicos de jazz do país, a orquestra desenvolve uma linha de orientação que privilegia, por um lado, a criação de um repertório próprio e, por outro, a organização de projectos específicos para os quais vem convidando solistas e maestros de relevo internacional. A OJM acaba de participar no disco Portology, em que o veterano saxofonista norte-americano Lee Konitz pela primeira vez toca com uma grande orquestra de jazz. Este disco teve a sua estreia ao vivo no JVC Jazz Festival, no Carnegie Hall, uma das mais emblemáticas salas de Nova Iorque, a 25 de Junho último, num concerto intitulado Lee Konitz`s Beautiful 80th Birthday Party. A 11 de Outubro estreou na Europa, na Casa da Música, no Porto. O concerto da OJM com Lee Konitz no Carnegie Hall – a primeira vez que uma banda de jazz portuguesa se apresenta numa sala nova-iorquina – marcou um passo em frente na internacionalização da OJM, a única grande orquestra de jazz portuguesa com formação e actividade regular.

Fonte: RTP – Cultura

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1 Response to ““Jazz sem barreiras””


  1. 1 demenagement residentiel 09 Agosto 2014 às 19:15

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