Jamie Cullum

Jamie Cullum nasceu no dia 20 de Agosto de 1979 no condado de Essex, na Inglaterra. A sua mãe era secretária e seu pai trabalhava nas finanças.

Jamie sempre foi obcecado por múscia desde muito jovem: Rock, Hip-hop, Acid Jazz, Blues, entre outros. Descobriu o Jazz muito cedo devido a grandes referências como Miles Davis ou Herbie Hancock, mas também demonstrava interesse em grupos como Steely Dan. Jamie aprendeu a tocar piano sozinho e enquanto estudava na Universidade começou a trabalhar como pianista e cantor, actuando em qualquer sítio onde pudesse, desde cruzeiros a casamentos, bares,etc.

Em 1999 lançou o seu primeiro album junto com uns amigos, Heard It All Before. Foram feitas apenas 500 cópias e vale cada uma 900€ no eBay. Depois de tirar o curso, lançou o Álbum, Pointless Nostalgic, onde a maior parte das músicas são covers de outros músicos bem conhecidos, entre eles estão, George Gershwin e Thelonious Monk.

Em 2003, Jamie assina um contracto de 3 Álbuns com a produtora Universal após vitória sobre a Sony Music Entertainment. Isto foi em Abril de 2003 e em Outubro do mesmo ano lança o seu terceiro Álbum, TwentySomething, que foi Platina e viria a ser o nº1 nas tabelas do Reino Unido. O Álbum contém vários originais escritos por Jamie, por exemplo, All At Sea, TwentySomething, e Next Year, Baby, assim como, covers bastante interessantes, por exemplo, High And Dry dos Radiohead, Lover, You Should’ve Come Over de Jeff Buckley ou mesmo uma música de um estilo um pouco diferente, Frontin de Pharrell Williams.

Embora um músico principalmente baseado no Jazz, Jamie Cullum é considerado um crossover de estilos, ou seja, é como uma mistura de estilos baseado num só. Por exemplo, o seu primeiro Álbum é bastante Jazz enquanto que o segundo já contém um pouco da cultura Pop. Jamie diz que o seu irmão, Ben Cullum, é a sua maior influência musical e chega a dizer que não faria música se não fosse o seu irmão.

A 26 de Setembro de 2005 lança o seu quarto Álbum, Catching Tales, mais uma vez, este Álbum possui vários originais como, Photograph, London Skies, Mind Trick, My Yard, etc, assim como algumas covers. Jamie está agora a fazer uma tournée deste Álbum e vai passar em Portugal, pelo Coliseu dos Recreios, Lisboa, no dia 9 de Novembro.

Jamie Cullum ganhou vários prémios e entre eles estão, no festival de jazz British Jazz Awards 2003 ganhou o prémio de Rising Star (estrela em ascenção), nos 2005 Brit Awards foi nomeado para melhor músico e melhor actuação e no BBC Jazz Awards viria a ganhar em 2005 o prémio de Artista do Ano.

Fonte: Jamie Cullum | Wikipedia
Links Interessantes: Jamie Cullum Official Site | Jamie Cullum MTV | Jamie Live

Deixo-vos agora uma opinião pessoal acerca do Jamie pois tive a honra de assistir ao seu concerto no Cool Jazz Fest 2005 em Cascais: sou sincero, não costumo ir a muitos concertos mas tenho a certeza que melhor concerto que aquele não deve haver. Ele toca piano, ele faz malabarismo, ele usa o piano como tambor, ele corre, salta, manda piadas, canta músicas que não são dos álbuns dele. Basicamente, ele gosta daquilo e faz com que os outros também gostem. Eu adorei o concerto e nunca me hei-de esquecer do dia 27 de Julho de 2005. Aqui vos deixo uma notícia sobre um concerto que ele deu algures mas, a autora sente o mesmo que eu, uma alegira enorme de ter assistido ao concerto.

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9 Responses to “Jamie Cullum”


  1. 1 Oracle 04 Novembro 2006 às 12:44

    Não sou grande fã de Jazz embora aprecie e muitas vezes recorra a ele em certos momentos de reflexão. O Jamie Cullum é o contrário disso! Faz-me vibrar, torna-me alegre. É um conceito de Jazz diferente que tem muito para dar e para ensinar a muitos músicos que por aí andam.

    Parabens pelo post

  2. 2 Diana Oliveira 07 Novembro 2006 às 01:50

    Tb adorei o concerto dele!! Foi simplesmente genial!! Pena tarmos rodeados de pipis hehe…se o ambiente fosse outro de certeza que dariamos tantos pulos como ele deu no palco ;D
    Só espero que a música dele continue sempre assim!! Parece quase que a música dele encaixa com tudo, com qualquer estado de espirito! 🙂

  3. 3 pedropregueiro 07 Novembro 2006 às 01:55

    Concordo em tudo o que disseste diana. Foi pena mesmo o ambiente… A cambada de betos que nos rodeava. Mas aproveitamos na mesma o concerto! Foi inenarrável… E sim, é verdade, jamie encaixa em tudo. Eu não o teria dito melhor 😛

  4. 4 Manuel Jerónimo 07 Novembro 2006 às 22:57

    Bom eu só tenho uma coisa a dizer,que, julgo, reflecte em pleno o que sinto pelo artista em causa.

    Jamie Cullum, eu sei que vens cá ver o blog com frequência, e queria-te dizer isto. “SE TE APANHO A JEITO FAÇO-TE UM FILHO!!!!!”

    e prontos. tá dito

    Um granda abraço e parabens pelo blog.

  5. 5 Tiago Pregueiro 09 Novembro 2006 às 23:53

    Grande concerto.

    Grande músico.

    Nem preciso de dizer mais nada. 😉

    Bom post 🙂

  6. 6 Oracle 10 Novembro 2006 às 13:50

    O britânico Jamie Cullum apresentou a noite passada, no Coliseu de Lisboa, um espectáculo a todos os níveis irrepreensível. Tendo a pop como denominador comum, a rede de estilos do músico vai a campos tão variados como o jazz e a música étnica. Se em disco nem sempre convence, ao vivo a conquista foi total.

    Tem apenas 27 anos, mas já domina audiências como gente adulta. Com três discos na bagagem, Jamie Collum apresentou num lotadíssimo Coliseu de Lisboa o último «Catching Tales», disco que solidificou o músico enquanto autor de canções um pouco para toda a gente: desde puristas do jazz a amantes da pop. Ao vivo, acentua-se a diversidade estilística do músico, com passagens por campos à partida impensáveis como a própria música étnica.

    Jamie Cullum é um entertainer por excelência. Entra em palco de forma triunfante, com um visual dandy q.b., mais parecendo um membro dos The Libertines do que propriamente um escritor de canções jazz/pop. Arranca o concerto com «Photograph», uma das suas melhores canções em registo pop mais convencional. Se em modelos mais próximos do jazz nem sempre as canções estão ao nível da performance do músico, sente-se que é nos momentos mais intimistas que o verdadeiro talento de Cullum vem ao de cima.

    As versões são também parte essencial de um espectáculo de Jamie Cullum: primeiro novas roupagens de momentos pop muito actuais (como uma curiosíssima versão de «Sexyback», de Justin Timberlake), depois a inevitável «Frontin’» (de Pharrell com Jay-Z) e, já na recta final do espectáculo, uma recriação muito jazz de «High and Dry», dos Radiohead.

    O músico e respectiva banda divertem-se. Jamie canta no meio do Coliseu (sem microfone), dança, salta, convida o público para subir ao palco. Conta histórias, fala sobre pessoas, sobre si. Tudo com imensa elegância, classe e sobriedade. Fica, no final, a certeza que a transversalidade de audiências e estilos musicais apresentados é tudo menos uma limitação. Um dos melhores concertos pop que Lisboa assistiu este ano.

    in diariodigital

  7. 7 Miauzz 11 Novembro 2006 às 23:27

    O concerto no coliseu dos recreios foi, sem duvida, fantastico… mesmo! Valeu os “nao-sei-quantos” km que fiz até Lisboa, e a directa que tive de fazer para o ver… valeu a pena. E sim, foi o melhor concerto a que já fui!

  8. 8 Clara 13 Novembro 2006 às 19:09

    O melhor concerto que tive o prazer de assistir. Já era fã, mas agora sou mais ainda, apesar de achar que isso seria impossível. Não existem palavras que façam justiça ao talento e à qualidade deste jovem cantor.

    Para o ano a minha presença é certa no concerto.

    Parabéns ao Jamie e aos seus músicos por uma noite de magia!!

  9. 9 Ana 14 Novembro 2006 às 12:27

    Foi sem duvida um concerto fantastico que tive o prazer de assistir, valeu a viagem de duas horas e quarenta minutos que fiz de Aveiro para Lisboa, posso dizer que sou uma grande admiradora deste jovem talento mas com este concerto acho que aumentou ainda mais a minha admiraçao, nao ha palavras que descrevam este concerto, para o ano la estarei de novo… obrigado ao Jamie e aos seus musicos acompanhantes que tambem foram fantasticos… so quero acrescentar uma coisa concordo inteiramente com a Diana e com o Pedro, sei que nao vos conheco mas eu tava mesmo à espera que na segunda ou terceira musica toda gente tivesse de pé aos pulos…mas deixem la para o ano é que vai ser 🙂


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