Patrícia Vasconcelos, responsável pela escolha de actores de vários filmes portugueses, lançou este mês o álbum Se o amor fosse só isso, que apresentará no dia 12 no Teatro Maria Matos, em Lisboa.
Se o amor fosse só isso é a concretização de uma aventura de Patrícia Vasconcelos na música, depois de ter actuado ao vivo nos últimos anos, e foi colocado à venda em edição independente com distribuição nas lojas FNAC, com uma tiragem de mil exemplares. Inclui temas inéditos interpretados por Patrícia Vasconcelos em inglês, espanhol, francês e português, quatro dos quais com letra escrita pelo seu pai, o realizador António-Pedro Vasconcelos. “Como tudo no que faço, este projecto é para levar muito a sério e não é uma coisa ocasional”.
Depois da apresentação no Teatro Maria Matos, Patrícia Vasconcelos actuará no dia 15 em Oeiras, no âmbito do Cool Jazz Fest, onde irá assegurar a primeira parte dos franceses Nouvelle Vague. Ainda este ano, a cantora deverá encetar uma digressão pelo país, “depois de ensaiar bastante as canções”, possivelmente em ringues de boxe, um universo que remete também para a capa do disco. Se o amor fosse só isso foi produzido por Armando Teixeira (Balla) e Nanu Figueiredo e masterizado em Londres. Na interpretação das canções Patrícia Vasconcelos conta com a participação de pessoas que diz admirar: Sam the Kid, Carlos Martins, Kalú, baterista dos Xutos & Pontapés, e a actriz Milú. “Decidi cantar o amor em todas as suas versões e estilos”, descreve a cantora na nota de intenções, precisando que o álbum vai do rock ao tango, da balada à pop. Patrícia Vasconcelos, 41 anos, já canta há alguns anos, enveredando pela interpretação de standards de jazz e outros géneros, mas só agora oficializa essa aventura. [...]
Fonte: Diário Digial

Patrícia Vasconcelos tem renome no mundo do casting para filmes e telenovelas, é filha do realizador António-Pedro Vasconcelos (que até escreveu a letra de 4 das músicas do seu album), publicou um disco em edição independente com uma tiragem de 1000 exemplares. Eu já nem pergunto como que é que isto chega para actuar a par com os Nouvelle Vague. O que eu pergunto é: Não há por ali um amigo ou familiar que chegue ao pé dela e diga “Patrícia, olha, deixa estar. Casting, bom. Cantar, mau… muito mau”?
Já não é a primeira pessoa que eu vejo a falar sobre isso. Nunca ouvi a senhora cantar, portanto não tenho uma opinião formada, mas a curiosidade começa a aumentar só para saber se é assim tão mau. E se consultar a entrada acerca dos Nouvelle Vague no Cool Jazz Fest verá lá mais algumas críticas.
Ora bem vim hoje do mini-concerto da Patrícia. Acho deploráveis os comentários anteriores a este. Notei tanta inveja que até me chateiou.
Eu posso falar que eu vi-a/ouvia cantar. Perguntei-me várias vezes o porque de não existir mais músicos como ela. A música sempre a bater no ponto certo, a voz sempre lá quando é preciso. Gostei bastante dos ritmos que ela deu á coisa, e vendo o nome dos produtores não achei nada de extraordinário. O Armando Teixeira também já anda cá a muito tempo para perceber o que é “bom” e o que não.
Gostos são gostos, mas sabendo que não gosto de rock não vou comentar depreciativamente os cds dos Rollings Stones… certo ou errado?
Portanto em vez de tanta inveja, respirem fundo e dê oportunidade a mulher, que não tem culpa de ser filha de um realizador (etc..) boa?
Ora bem, como já disse anteriormente Mr.Blonde, eu ainda não tive a oportunidade a ver actuar, logo não tenho opinião no assunto, baseando-me apenas em críticas de outras pessoas. Acho muito bem que, tendo gostado do concerto, se chegue à frente a defender a cantora. Concordo também consigo na frase: “Gostos são gostos” que é o que acontece aqui…
Muito Obrigado
Eu Concordo com “Mr. Blonde” “Gostos são gostos” mas quando é mau… é mau. Ver http://www.sorrisosemalta.blogspot.com, procura: Cool Jazz Fest. E ha outros. So mais uma nota, é risivel e uma locucura de falar de inveja. Inveja cobiça talento e sucesso. Não ha nem um nem outro neste caso.
patrícia Vasconcelos continua pelo mundo da musica tens uma voz lindíssima, eu fui ver um concerto que deste no ano passado na fnac de Almada adorei ouvir-te ao vivo, continua a cantar vais mais alem.